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Deputado Thiago Rangel é detido em operação contra fraudes na Educação do RJ

PF cumpre mandados em quatro cidades fluminenses para desarticular esquema de desvio de recursos em obras e serviços da Secretaria Estadual.

05/05/2026 às 15:35
Por: Redação

Um deputado estadual do Rio de Janeiro, Thiago Rangel (Avante), foi detido na manhã desta terça-feira, dia 5, durante a quarta fase da Operação Unha e Carne, conduzida pela Polícia Federal. A ação visa desmantelar uma suposta rede criminosa envolvida em fraudes na compra de insumos e na contratação de serviços, incluindo reformas, dentro da Secretaria de Educação do estado.

 

Nesta etapa da operação, a Polícia Federal está cumprindo um total de sete mandados de prisão e 23 mandados de busca e apreensão. As diligências acontecem em diversas cidades fluminenses, abrangendo o Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana, com as ordens judiciais emitidas pelo Supremo Tribunal Federal.

 

Além do crime de organização criminosa, os investigados poderão responder por peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro.

 

Os crimes investigados nesta operação incluem organização criminosa, peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, conforme detalhado pela Polícia Federal.

 

O gabinete do parlamentar informou que emitirá uma nota oficial ainda nesta terça-feira, detalhando seu posicionamento a respeito da prisão.

 

Ações da Secretaria de Educação

 

A Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro comunicou que está realizando uma revisão administrativa completa em todos os processos relacionados às obras de manutenção e reparo nas unidades da rede de ensino estadual.

 

“Entre as medidas que passaram a ser adotadas pela pasta está a definição de um teto de R$ 130 mil para intervenções classificadas como manutenção e pequenos reparos."

 

Entre as novas diretrizes implementadas pela pasta, foi estabelecido um limite de 130 mil reais para intervenções classificadas como de manutenção e pequenos reparos. A secretaria esclareceu que qualquer obra que exceda esse valor será considerada uma intervenção de maior porte, sendo então de responsabilidade da Empresa de Obras Públicas (Emop-RJ) para execução.

 

Essa medida, conforme a secretaria, está em conformidade com as diretrizes estabelecidas pela Lei de Licitações 14.133. Além disso, a pasta ressaltou sua plena colaboração com o Ministério Público Estadual, o Tribunal de Contas do Estado e outros órgãos de controle.

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